sábado, 31 de outubro de 2009

A cultura e a responsabilidade social


Muitos ainda vêem o termo “responsabilidade social” como algo ligado apenas a projetos que visam as necessidades básicas do ser humano, como a alimentação e a saúde. Porém, existem algumas empresas que vêem a cultura como outro meio de ajudar a população.

Um destes casos é a Fiat, que tem como um de seus projetos de responsabilidade social a Casa Fiat de Cultura localizada em Nova Lima, Minas Gerais. Esta é uma entidade sem fins lucrativos que busca levar todas as formas cultura as mais diversas classes sociais. Outro ponto a ser analisado é que o projeto da Fiat não se desenvolve apenas dentro da Casa Fiat. Prova disso, é a exposição “Rodin” que ocorre até dezembro no Masp, em São Paulo.

Outro caso que podemos dar como exemplo é o da parceria realizada no ano de 2004, entre o Governo Egípcio e a IBM . Surgia então o projeto “Eternal Egypt” que tinha como missão recuperar milhares de anos da História Egípcia e disponibilizar as informações em versões multimídia.

Estes dados mostram que a cultura está se solidificando como uma das pilastras mais importantes do desenvolvimento dos cidadãos em todo o mundo. De olho nessa tendência vemos que a cada dia que passa mais empresas tomam conhecimento deste novo modo de ver a responsabilidade social.

Fonte:

http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=1968&EDITORIA=Cultura

http://www-05.ibm.com/pt/ibm/ccr/cultura.html

http://www.fiat.com.br/mundo-fiat/sustentabilidade/cultura.jsp

http://www.casafiatdecultura.com.br/index.html

Por Aline Rodrigues

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Novos versus Tradicionais canais da comunicação organizacional

Informatizamos o mundo, criamos novas tecnologias e agora surge a dúvida do que, e se, devemos implantá-las.

Jornais, revistas e manuais impressos fazem parte da tradição de muitos setores comunicacionais, eis que surge, nessa era digital, os jornais e informativos via Intranet, displays eletrônicos e blogs corporativos, mas como saberemos qual o mais eficaz?

Jurema Cannataro, jornalista e bacharel em comunicação social, divide em quatro aspectos como os profissionais da área de gestão devem analisar os possíveis canais:

1. Velocidade; hoje a uma demanda, por parte desses públicos, por informações em tempo real. Certamente as mídias digitais ganham ponto nesse item, afinal a informação chega ao público de uma maneira mais rápida.

2. Atratividade; independente do veículo, nós devemos lembrar que deverá ser feito por um profissional que possua conhecimentos para cativar e atrair o público-alvo.
O segundo ponto é que nenhum público pensa ou possui um gosto homogêneo segundo a autora: “ Existem pessoas que fixam mais as informações através da leitura e que preferem textos mais aprofundados. Já outras optam pelo dinamismo, sendo mais estimuladas pelo uso de recursos multimídia (textos, imagens em movimento e som).”

3. Custo; o dinheiro investido em gráfica certamente é maior do que o investido em um jornal digital, por exemplo. Porem devemos considerar o nível dos funcionários, afinal o Brasil ainda tem muita desigualdade, e para muitas pessoas ainda falta o acesso a esses meios eletrônicos. Ainda devemos considerar que se a gráfica é mais cara que o eletrônico, a implantação e a manutenção de uma ilha de computadores dentro da organização seria muito mais caro que a gráfica antes mencionada.

4. Portabilidade; nesse aspecto devemos considerar a facilidade do transporte e do acesso ao meio escolhido.

5. Complementaridade; a fase de transição que vivemos demanda de nós, comunicadores, uma mescla dos meios de comunicação existentes, pois só assim chegaremos a uma comunicação eficaz para todos os nichos de públicos dentro de uma organização.

Concluindo, é imprescindível um plano de comunicação empresarial estratégico e muito bem formulado por comunicadores com alto grau de profissionalismo para se alcançar os públicos alvos.
Por Flávia Martins

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sustentabilidade nas Organizações



A sustentabilidade é palavra da moda. È a partir dela que se vai garantir a sobrevivência das empresas no futuro, gerando empregos, investimentos e lucro para a mesma.A qualquer hora estamos poluindo o meio ambiente - e as empresas fazem isso muito mais. E é através de pequenos gestos que se pode ajudar a mudar a situação do planeta.

A utilização de panfletos, clipagem mensal, resumo, materiais impressos de uma forma geral estão contribuindo para a poluição do meio ambiente. Trocando o papel pela web, como email ou mesmo a intranet, a mensagem chegaria do mesmo jeito, talvez fosse mais acessada do que o impresso. Hoje a internet tem a mesma relevância dos jornais e revistas.

A tendência é criar programas de Responsabilidade Social Coorporativa para que as decisões sejam voltadas para o desenvolvimento social, ambiental e econômico. A área de Relações Públicas é capacitada para perceber mudanças e guiar os caminhos da organização, visando uma boa imagem para que no futuro essa tenha uma sustentação nos momentos de crise.

“Pequenos atos podem fazer a diferença no futuro”
Por Vanessa Almeida

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Publicidade de mau gosto

Uma campanha publicitária criada pela agência brasileira DM9DDB para a ONG ambiental WWF gerou uma grande polêmica internacional. Foram apresentados um anúncio e um filme, cuja idéia comparava o número de mortes do atentado de 11 de setembro com o número de mortes do tsunami asiático em 2005.
A peça mostrava vários aviões em direção as torres do “World Trade Center” com o seguinte anúncio: “O tsunami matou cem vezes mais pessoas do que o 11 de setembro. O planeta é brutalmente poderoso. Respeite. Preserve”.
Após a publicação desse anúncio em um jornal local, a repercussão foi imediata. A imprensa norte-americana repudiou e julgou veemente o material publicitário, mas a maior crítica veio do apresentador Keith Olbermann, do programa “Countdown”, que admitiu desejar que o CEO da agência DM9 “morra de fome nas ruas”, e ainda classificou a equipe da agência como “as piores pessoas do mundo”.
Reconhecendo o grande incidente, a DM9 Brasil alegou que “O anúncio Tsunami para a WWF Brasil foi criado em dezembro de 2008. A agência se desculpa a todos que foram afetados ou ofendidos com o anúncio. Este anúncio nunca deveria ter sido feito e não retrata a filosofia desta agência”.Além do mais, afirmou que os responsáveis por esse equívoco, não trabalham mais na empresa.
Por outro lado, a WWFBrasil considerou o material ofensivo e declarou em nota oficial que “O conceito foi sumariamente rejeitado pela WWF e nunca deveria ter sido visto à luz do dia".
Analisando o fato, percebo que quem se deu mal nesse caso foram os publicitários que criaram esse anúncio, mas será que eles foram realmente os únicos culpados? Acredito que exista um longo processo até a finalização desse material e que o responsável pela aprovação, não deve ser nenhum estagiário inexperiente.
Diante de tantas incertezas, o fato é que faltou bom senso e inteligência para essa campanha. No mais, ainda esperamos profissionais competentes não apenas para criar e planejar um anúncio publicitário, mas profissionais que adotem transparência para assumir seus erros.

Fonte: http://casadogalo.com/o-tsunami-que-atingiu-a-dm9ddb
Por Luciana Dantas

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Mix da Comunicação – Universidade Metodista

O evento Mix da Comunicação está sendo promovido pela Faculdade de Comunicação da Universidade Metodista e acontece nos dias 27, 28 e 29 de novembro, com palestras e apresentações de trabalhos da área comunicacional nos períodos matutino, vespertino e noturno.

A palestra de hoje teve como tema “Campanhas de Merchandising Social nas Novelas da TV Globo”, realizada por Márcio Schiavo, diretor da Comunicarte. Schiavo iniciou a palestra com a apresentação de um vídeo que trouxe os principais merchandisings sociais da TV Globo, relacionado com a novela e a época em que foi transmitida.

Merchandising social é a inserção – intencional, sistemática – de questões sociais e mensagens educativas bem definidas em enredos de novelas, minisséries e outros. Este tipo de merchandising fundamenta-se na análise e utilização dos meios de comunicação como suporte para as mensagens e inovações sociais que serão abordadas.

Marcio Schiavo mostrou exemplos que mobilizaram a sociedade como a doação de sangue, aleitamento materno, gestação, leucemia, entre outros. Esses tipos de merchandising trouxeram resultados positivos e por isso cada vez estão crescendo.
Por Jordana Maggio

segunda-feira, 26 de outubro de 2009


No dia primeiro de outubro, realizamos uma entrevista com a Irmã Ana Elidia, representante da Associação Palavra Viva, responsável junto aos alunos do terceiro semestre de Relações Publicas da Universidade Metodista pelo evento “Um dia pela Paz”. Trechos dessa entrevista estão dispostos a seguir:

Mais integração: A gente sabe que já ocorreram três edições anteriores desse evento. Essas outras edições trouxeram benefícios para a instituição, no sentido de acarretar novos membros e auxílios?

Associação Palavra Viva: Eu acho que todos os trabalhos realizados afetaram a associação Palavra Viva em vários níveis. Esses resultados nem sempre são imediatos, eles podem vir ao longo do tempo. Em termos de novos associados e voluntários, sim, ocorreram. Se vocês perguntarem se o número de pessoas que entrou é o suficiente, não, não é. Nós precisamos nesse momento de um número muito maior de voluntários e associados. Mas eu acho que tudo aquilo que aconteceu em decorrência do trabalho que foi feito, foi positivo, mas nós precisamos ainda intensificar mais, mas eu acredito que o ganho foi bastante grande.

Nos projetos anteriores, houve patrocínios sim, mas isso não beneficiou diretamente a Associação Palavra Viva, porque nós temos outras necessidades que não foram satisfeitas. Mas, concretizou nossa necessidade de trabalhar o tema da paz, então foi realmente importante. Agora, temos outras necessidades que só o trabalho de vocês não supre, mas também nós não temos obviamente essa pretensão.

Mais integração: Quais são as maiores necessidades, carências que a Associação tem hoje, que precisam ser sanadas?

Associação Palavra Viva: Nossa primeira carência: Os recursos humanos. Nós precisamos de mais pessoas, porque o projeto é muito amplo, precisamos voluntários que estejam envolvidos e que possam estar prestando os serviços que necessitamos. Desses voluntários nós gostaríamos que os que estivessem mais comprometidos se tornassem associados da Palavra Viva, pois agora também estamos carentes de associados. A associação passou por diversos processos, e nesse momento estamos com associados muito importantes, mas pelo fato deles serem muito importantes eles vêm de associações, congregações e entidades que muitas vezes estão no exterior, em outros estados e eles não tem disponibilidade nem física nem de tempo de estarem contribuindo diretamente com a Associação Palavra Viva, e isso para nós criou um vazio, pois temos associados que dão renome para a associação, mas não contribuem. Precisamos então renovar o quadro de associados com pessoas ativas, que possam participar do dia a dia, das reuniões regulares, que possam ter presença constante.

A segunda necessidade são os recursos financeiros. Nós realmente precisamos de patrocínios para esse projeto e para outros que temos, e nós precisamos desses recursos porque todo esse trabalho que nós fazemos e tem um desdobramento muito maior, se tornaria muito mais eficaz e eficiente, se nós pudéssemos contratar um profissional de comunicação para poder fazer um trabalho do dia a dia, sistemático, como, de assessoria de imprensa, contato com os meios de comunicação, contato com os grupos de pessoas que estão atuando no projeto um dia pela paz, para recolher informações, alimentar o site e criar um fluxo de informação entre esses grupos de estão atuando no Um dia pela paz, porque esse evento que vocês estão fazendo, é apenas um pedacinho do projeto, mas amplo, que é o dia pela paz. Esse projeto de educação para a paz é parte de um projeto maior, eu nem diria que é um projeto agora, já é um programa, porque já tem vários desdobramentos. Então nos precisaríamos de fato de um profissional de comunicação que estivesse trabalhando diretamente conosco, articulando essa questão da comunicação que é fundamental nesse momento, e para isso nós precisamos de recursos financeiros.

Por Fernanda Testa

domingo, 25 de outubro de 2009

Comunicação Interna: Um Desafio


Na comunicação empresarial é importante que todos falem a mesma língua para um bom entendimento. A organização precisa ter um sistema de comunicação para transmitir suas noticias, normas, planos estratégicos para todos os funcionários da empresa.

Uma informação gerada de forma errada pode trazer muitos problemas para a empresa, podendo gerar desde conflitos internos até mesmo a perda de clientes. Isso pode ocorrer quando a organização contrata um profissional de comunicação que não analisa a cultura organizacional, aplicando instrumentos não condizentes com o ambiente.

Quando todos sabem qual a missão da empresa e respeitam os canais de comunicação estabelecidos, conseguem alcançar com mais facilidade os objetivos e metas, não prejudicando o conjunto previamente planejado e sistematicamente atualizado, alcançando o sucesso da empresa.


Por Vanessa Almeida