segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Despedida

Caros leitores,

O semestre acaba e com ele nossa missão estudantil de divulgar todos os dias alguma nova informação sobre este universo tão amplo da comunicação organizacional. Esperamos ter acrescentado alguns novos conhecimentos e novas visões desta ciência tão complexa.

Podemos dizer que a criação do Mais Integração nos trouxe uma grande experiência e se tornou uma fonte rica de informações sobre a comunicação e suas vertentes. Além disso, adquirimos um grande aprendizado através dos comentários e das informaçaões passadas por vocês, leitores.

Nos despedimos hoje com a certeza de termos feito um bom trabalho, e sabendo que a comunicação organizacional não pode ser definida como simples e exata, pois existem várias maneiras de vê-la.

Por último gostariamos de fazer três agradecimentos especiais: Primeiramente a professora Claúdia N. Rebechi, nossa mentora neste projeto, depois a todos que participaram do III semestre de Relações Públicas de 2009, nos apoiando e tentando realizar o melhor trabalho possível, e por último a nossos leitores que tornaram mais interativa a nossa missão deste semestre.


A Mais Integração agradece a compania de todos nestes meses.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Responsabilidade social institucional


Graças à instauração e avanço do capitalismo, as empresas buscam incansavelmente por lucros cada vez maiores, e acabam muitas vezes esquecendo-se da necessidade da preservação do meio ambiente.


Recentemente surgiu o conceito de responsabilidade social incorporada aos negócios, o que fez com que as empresas se preocupassem e se tornassem mais corretas em seus atos, o que acarretou não só em melhorias para a natureza, mas também trouxe lucros as empresas.


Para uma organização ter responsabilidade social, é preciso ser plural (comunicar-se com todos os stakeholders do negócio, para alcançar a legitimidade social), distributiva (a responsabilidade social deve aplicar-se a toda cadeia produtiva, e não só ao produto final), sustentável (ter atitudes responsáveis com o meio ambiente e com a sociedade), e transparente (comunicar a todos as posturas e atitudes tomadas pela empresa).

Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com/institucional/institucional_view.php?id=1


Por Fernanda Testa

sábado, 5 de dezembro de 2009

Como somos vistos? A importância do feedback.


Na área de comunicação, feedback é a informação dada por um público após algum processo comunicacional e devemos ressaltar, que esse recurso está presente em instituições que praticam um modelo informacional de mão dupla.
O feedback ou a retroalimentação fornece dados a uma pessoa ou organização ajudando-o a melhorar seu desempenho no sentido de atingir seus objetivos, afinal é só através do olhar do nosso público que podemos avaliar nosso desempenho, a atmosfera de trabalho, se existe rigidez nos procedimentos, se existe confiança no líder, se existe maturidade no grupo, etc.
Temos que nos atentar as barreiras que ocorrem nessa parte do processo, muitos públicos não comunicam simplismente porque nao existem canais que os permita isso ou ate mesmo porque a resposta chega tão distorcida que desconsideram a importancia do feedback.

Devemos utilizar essa retroalimentação objetivando reorientar, reprimir e estimular ações antes feitas e lógico buscando maximizar o desempenho da organização.


Concluindo, o feedback é tão importante quanto a transmissão da informação em si, pois é só utilizando esse recurso que descobriremos se o que pretendiamos mostrar realmente foi entendido e principalmente se foi aprovado.

Fonte:

http://www.umtoquedemotivacao.com/motivacao/feedback-o-que-e-3

http://ocappuccino.blogspot.com/




Por: Flavia Martins

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A hora da demissão




Acredito que uma das tarefas mais difíceis para os gestores é ter que demitir um funcionário, principalmente quando o demitido tem um bom relacionamento com o chefe.

Por mais que esse ato pareça simples, algumas medidas preventivas ajudam a tornar esse momento mais tranquilo e menos doloroso. Sendo assim, algumas dicas são muito úteis para amenizar o processo de demissão.

Antes de divulgar para o funcionário a sua demissão, é imprescindível que o gestor solicite ao departamento de Recursos Humanos toda a documentação necessária para a realização desse procedimento. Por mais que o gestor conheça o funcionário há muito tempo, ele não sabe realmente qual será a sua reação ao ser comunicado, por isso, é importante reconhecer o contexto sem desconsiderar as emoções do demitido, lembrando que pressão e stress alteram o comportamento de qualquer um.

O momento mais importante e delicado é na hora de comunicar essa decisão. Transmitir a informação com clareza e objetividade evita conflitos e discussões desnecessárias, porém, caso isso venha a acontecer, é bom estar psicologicamente preparado e com uma boa dose de paciência. Vale ressaltar também, que o excesso de desculpas e elogios só alimentarão questionamentos, e esta não é a melhor forma para atenuar a situação.

Passada a turbulência do processo de demissão, cabe ao gestor comunicar abertamente a toda a equipe sobre tal decisão, sem entrar em muitos detalhes sobre o demitido, diminuindo assim as chances de ruídos dentro da organização. Além do mais, é importante que o gestor faça uma reflexão sobre o ocorrido, mesmo porque essa não será a última decisão profissional de sua vida, e, para esses casos , o planejamento comunicacional deve ser infalível.

Fonte: http://ogerente.com/congestionado/2006/12/05/como-demitir-um-funcionario/

Por Luciana Dantas


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Dimensões dos papéis de Relações Públicas


Existem três dimensões que o profissional de Relações Públicas pode exercer: operacional ou técnica, gerencial e estratégica.


A dimensão operacional é responsável pelas atividades técnicas que faz a dispersão da comunicação. É executada por iniciantes da profissão, pois falta maturidade e conhecimento para a gestão estratégica.


Na dimensão gerencial o relações públicas faz a comunicação da organização com os públicos de interesse, cuida do planejamento, execução e avaliação dos resultados da comunicação. Precisa ter domínio das atividades técnicas , analise de cenário e habilidades de leitura. Mas não participa nas tomadas de decisão estratégicas da organização.


Dimensão estratégica, é uma atividade essencial para uma boa atuação da organização. O estrategista participa das tomadas de decisões, assessora a alta direção, responsável pelas politicas e diretrizes da comunicação.

Por Vanessa Almeida

GRUNIG, J. E.; FERRARI, M. A.; FRANÇA, F. Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos. São Paulo: Difusão, 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Dia do RELAÇÕES PÚBLICAS


A profissão que foi regulamentada em 1968 tem como principais funções: orientar organizações públicas e privadas a favor da opinião pública, promover a integração de tal organização para a comunidade, assessorar no ato de resolver problemas que influam a opinião publica, planejamento e execução de campanhas comunicacionais entre outras atividades que envolva a organização e seus diversos públicos.

De acordo com James E. Grunig

“Relações Públicas exerce uma função estratégica importante nas organizações modernas ao planejar e executar sua comunicação e seus relacionamentos com os mais diversos públicos. Daí a necessidade que tem as organizações de oferecer ao profissional de Relações Públicas condições adequadas para ser bem sucedido na sua função em benefício da própria organização”.

O dia do Relações Públicas foi criado na Associação Brasileira de Relações Públicas pelo professor Cândido Teobaldo de Souza Andrade.

Então hoje 02 de dezembro comemoramos nossa futura profissão com muito orgulho e parabéns a todos os profissionais já atuantes na área.


Fonte:
http://www.abrpnacional.com.br/
http://www.sinprorp.org.br/Relacoes_Publicas/relacoes.htm


por: Felipe Rosa


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Identidade organizacional

Identidade organizacional é um conjunto de valores básicos e características, como comunicação, produtos, atribuições, que projeta a verdadeira personalidade da organização.

A identidade se desenvolve através de um conjunto de princípios: comportamento, comunicação, simbolismo e personalidade. O comportamento, a comunicação e o simbolismo estão ligados a formas concretas de como são construídas essa identidade. Já a personalidade advém das intenções e reações que a organização possuem em relação ao meio interno e externo.

Porém existe uma diferença, do qual as organizações se confundem. Identidade e imagem são apresentações diferentes. Identidade é o verdadeiro (como dito antes) e imagem é o simbólico, aquilo que a opinião publica pensa dela.

Por isso que a construção de uma identidade forte gera um imagem também forte, pois há coerência entre o comportamento e a sua comunicação, por meio de ações estratégicas que visem a formação de uma personalidade verdadeira e diferencial.

Fonte: KUNSCH, Margarida. Planejamento de Relações Públicas na comunicação integrada. Ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Summus, 2003.

Por Jordana Maggio

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A correspondência como instrumento da comunicação dirigida.


Os instrumentos da comunicação dirigida têm o objetivo de "transmitir ou conduzir a comunicação para determinados tipos de público ou seções de um público. "(ANDRADE, 1993. p. 127). Dentre os diversos tipos de comunicação, uma das que mais se destaca é a correspondência em suas mais diversas formas.

Independente de ser formada por cartas, fax ou e-mails, toda correspondência pode possuir toques pessoais que adaptem o conteúdo para diferentes públicos.


Porém, para que ela obtenha o efeito necessário é preciso que seja escrita de maneira correta, clara e objetiva, para que não haja erros de interpretação.


Sem os pormenores, a correspondência sempre será uma forma clara, de baixo custo e importante para que a informação seja distribuída entre todos os públicos de uma organização



Fonte: ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Para entender relações públicas. 4ª edição. São Paulo Editora Loyola, Ano. 1993.

Por Aline Rodrigues

domingo, 29 de novembro de 2009

Comunicação Organizacional na visão de James Taylor


Em uma entrevista realizada por Adriana Casali, para a revista Estudos de Jornalismo e Relações Públicas da Universidade Metodista, James Taylor comentou sobre os diversos estudos que estão sendo feitos sobre a comunicação organizacional.

Para Taylor os estudos sobre comunicação organizacional têm crescido devido a tecnologia, a globalização e as mudanças culturais. Essas novas questões têm provocado mudanças no comportamento e na forma como as pessoas se organizam, e conseqüentemente na forma em que elas se comunicam com as organizações, uma vez que há processos de interação e organização social.

Perguntado sobre a diversidade de olhares sobre a comunicação organizacional, Taylor diz que é importante cada país desenvolver sua própria perspectiva, não havendo somente um modelo. Essa construção ‘particular’ de um modelo tem como finalidade definir a perspectiva organizacional, levando em consideração aspectos sociais, culturais, políticos, econômicos, ambientais e históricos.

James Taylor acredita que os estudos de comunicação organizacional não devem apenas permanecer em departamentos ligados diretamente a comunicação, mas sim a outros, como administração.
Por Jordana Maggio

sábado, 28 de novembro de 2009

O planejamento estratégico e a comunicação.




Como KUNSH M. (1997) cita, após a globalização tornou-se inviável criar projetos de comunicação institucional sem interligá-los a outros tipos de comunicação, como a mercadológica e a interna.

Com isso, as organizações modernas assumem novos papéis na sociedade vendo a excelência na comunicação como um dos pontos mais importantes, no qual os relações públicas possuem papel especial no momento de analisar e planejar estrategicamente.

O meio mais correto de alcançar esta excelência é através de um planejamento estratégico que procura analisar seus públicos internos e externos buscando o perfil da comunicação a ser realizada, e qual a melhor forma de este processo comunicacional ocorrer.

Através de um planejamento que passa por diversas aéreas, o profissional de relações públicas deve entender que para um bom desenvolvimento do mesmo é necessário uma comunicação simétrica, aonde os dois lados são ouvidos, buscando uma maior interatividade entre os públicos e a organização estabelecendo-se a excelência na comunicação.

Fonte - KUNSH M. M. K., Obtendo resultados com Relações Públicas. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1997

Por Aline Rodrigues

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

UM DIA PELA PAZ ADIADO


O evento que tinha como principal objetivo fazer com que todos os professores, pais, gestores de empresas e organizações não governamentais, encontrassem outras formas de combater a violência, o bulling e ou qualquer tipo de agressão dentro da escola fosse ela contra o proprio aluno ou funcionário, foi adiado.

Este evento que foi anunciado por nós no dia 11 de novembro teria seu acontecimento na seguinte data e horário.

“Data: 28 de novembro de 2009 das 8h30 às 15h”

Porém alguns problemas com a realização do mesmo nos fizeram adia-lo para o primeiro semestre de 2010.

Peço desculpas a todos os interessados e pedimos a compreensão de todos.


por: Felipe Rosa

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Curso via celular


Pela primeira vez as organizações sociais corporativas do Brasil oferecem um curso via celular. A partir dessa semana, graças ao programa Vivo Educa, aproximadamente 150 pessoas envolvidas com os direitos da criança e do adolescente passaram a ter o curso “Aprendendo em rede sobre o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente”, promovido pela Fundação Telefônica e o Instituto Vivo.


O curso tem duração de quatro semanas, e tem quatro módulos (o atendimento à criança e ao adolescente nas questões cotidianas; as competências dos conselheiros e a formação das redes; e, no último módulo, será feita uma avaliação), e terá participantes de vinte e três estados brasileiros. Para participar, basta ter qualquer modelo de celular que disponha de acesso a internet (que segundo pesquisa feita pela Editacuja, coordenação editorial e tecnológica do curso, já totalizam 93% no mercado).


Conforme explica a diretora-executiva da Editacuja, Érica Casado “será utilizada uma plataforma conhecida e testada mundialmente para treinamento de funcionários e educação, a hot lava mobile, que permite a aplicação de recursos didáticos como testes, áudios e vídeos, sem falar no acesso a textos e aos links do Portal Pró-Menino (voltado para os direitos da criança e do adolescente, ministrada pela Fundação Telefônica), onde os alunos poderão aprofundar o conhecimento”.




Por Fernanda Testa

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O Choque de gerações dentro da cultura organizacional

Uma das características que as empresas mais têm valorizado em um profissional é a capacidade de inovação. De acordo com Marcos Cavalcanti, coordenador do Centro de Referência em Inteligência Empresarial da UFRJ, esse perfil inovador não significa invenção, mas, uma junção de criatividade e empreendorismo.

Esse anseio das organizações por inovação, para se manterem atualizadas, é reflexo da velocidade das transformações do mercado, entretanto, as empresas têm um grande desafio pela frente: harmonizar o conflito de gerações.

O conservadorismo dos executivos que cresceram no pós-guerra e a ousadia dos jovens da geração Y condicionam as empresas a encontrarem um ponto de equilíbrio entre as diferentes visões de mundo e os conflitos de ideias.
Segundo Gilberto Guimarães, diretor-geral da BPI do Brasil, “Se antes o modelo organizacional era baseado na rigidez hierárquica, hoje os jovens têm mais dificuldade de reconhecer uma liderança e isso pode ser prejudicial para todos”. Esse tipo de comportamento é resultado da bagagem cultural e educacional adquirida por cada pessoa em uma determinada fase da sua vida, como por exemplo, os jovens, “que têm muita pressa para crescer e, como num jogo de videogame, às vezes só falta perguntar qual é o monstro que precisam matar para ser promovidos", afirma Maíra Habimorad, diretora de desenvolvimento da Companhia de Talentos.

Para que essas desigualdades não interfiram nos negócios e não afete o funcionamento da corporação, Maíra adverte: "O ideal é conciliar pessoas com formações completamente diferentes e extrair o que cada uma tem de melhor a oferecer, sem anular habilidades nem gerar frustrações".

No mais, as empresas deveriam tirar maior proveito dessa miscelânea intelectual e cultural, pois devido a imprevisibilidade do mercado, não podemos dispensar as experiências profissionais dos veteranos.


Fonte:
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/633/conflito-de-geracoes-empresas-enfrentam-o-desafio-de-conciliar-o-156665-1.htm
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2007/08/21/297353753.asp

Por Luciana Dantas

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Eles ajudam a construir a empresa


Esse texto fará referência a Edição da Exame “150 melhores empresas para você trabalhar” onde nesse ano de 2009, em meio a crise econômica, essas melhores empresas ofereceram muito a seus funcionários.


Empresas como a Caterpillar, Volvo, Sama, entre outras ultrapassam o benéfico monetário e chegaram a planos estratégicos que visam uma valorização e motivação dos funcionários, sempre alinhando os objetivos organizacionais aos planos de comunicação organizacional.


De uma maneira geral os funcionários pesquisados dizem “vestir a camisa” da organização e se orgulham da maneira como a empresa se relaciona e interage com todos os seus públicos – tanto eles, funcionários, quanto clientes.


Os empregados estão satisfeitos também porque essas grandes empresas sabem como suprir aquilo que eles mais esperam, mas como tudo pode melhorar, as pesquisas realizadas mostraram que o que mais desmotiva os funcionários é a falta de feedback sincero por parte da chefia, de incentivo para a troca de conhecimento entre os pares e de critérios claros para promoção.


Concluindo, empresas que buscam um espírito de equipe e uma melhoria no ambiente trabalhista de seus funcionários recebem como resultado uma identificação maior, ressaltando que sempre há a possibilidade de um crescimento e essa organização só chegará a excelência quando assumir e valorizar os feedbacks e as informações objetivas evidenciando a importância de uma comunicação integrada para tal resultado.


Finalizo citando uma frase de Guilherme, funcionário há 18 anos da Volvo: “O que mais encanta na Volvo são seus valores e a crença de que as pessoas fazem realmente a diferença. Identidade que gera crescimento para os dois lados.”


Fonte: VocêS/A - Exame 2009 - 150 melhores empresas para você trabalhar


Por Flávia Martins

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O bom e velho Cartão de Visita



O cartão de visita é muito importante para qualquer profissional. É por ele que a pessoa ou a empresa é reconhecida, possibilitando uma nova rede de contatos profissionais.

Sempre “a primeira impressão é a que fica”. Ao fazer o cartão temos que lembrar que ele passa a imagem da empresa, pois é de uso profissional; tem que ser claro, objetivo e de fácil compreensão contendo um bom numero de informações. Esse pequeno papel pode ser lembrado de forma positiva, mostrando ao interlocutor quem é o profissional e onde pode ser encontrado.

O único elemento que pode ser mais visível do que o nome do profissional é o logo da empresa. Como os grandes negócios são fechados pessoalmente sempre mantenha os dados atualizados. Sempre entregue-o no início da conversa, para facilitar a memorização do profissional, e verificar se o mesmo está em perfeito estado.

Ao receber um cartão de visita memorize o nome do profissional para demonstrar interesse e chamá-lo pelo nome. Carregue sempre um “porta cartões” para não os danificar. O cartão de visitas é ótima ferramenta para ser usado pessoalmente, mesmo sendo pequeno pedaço de papel, sua aparência e seu conteúdo têm grande significado no seu Networking.

http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=48&ID_COLUNISTA=34

Por Vanessa Almeida

domingo, 22 de novembro de 2009

HSBC recebe prêmio de melhor internet banking do Brasil



O banco HSBC foi eleito pela revista Global Finance o melhor internet banking brasileiro, e a melhor web design. O HSBC concorreu com mais de 200 bancos, de 123 paises diferentes.

A revista existe a mais de 20 anos, e trata de assuntos econômicos e financeiros, além de fazer essa eleição do “melhor internet banking” a muito tempo, visando trazer maior conforto e segurança ao seu público.


A pagina do banco foi premiada por facilitar a vida de seus clientes, através da disposição das últimas noticias sobre o andamento do mesmo, ofertas, vantagens e a segurança que o usuário tem ao acessar o site.


Fonte:http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=2081&EDITORIA=Mídia



por: Felipe Rosa

sábado, 21 de novembro de 2009

“A hora do Brasil”

No dia 6 de novembro, a Aberje juntamente com a S/A Comunicação promoveram uma apresentação com o CEO Eugenio Martinez Bravo da Kreab & Gavin Anderson Ibéria, companhia de Relações Públicas instalada em diversos países.

A apresentação trouxe a importância da estratégia para a comunicação, desde a sua definição até aplicação. Diante desse assunto, Eugenio citou que 35% das empresas na Espanha possuem um diretor geral de comunicação e enfatizou a importância da comunicação diante de égide de transparência, confiança e credibilidade.

O tema abordado durante a apresentação foi “A hora do Brasil”, que teve como base o crescimento do PIB brasileiro e as oportunidades de investimentos que serão decorrentes de eventos importantes que acontecerão no país. Com isso, Eugenio ressaltou a importância de uma comunicação bem planejada e estruturada diante de uma visão global, já que o país sofrerá fusões e aquisições diante de possíveis parceiras.

Por Jordana Maggio

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Curso sobre comunicacao organizacional



Transmitindo a relevância que a comunicação organizacional tem perante as empresas e as pessoas, a ACI de Santa Cruz do Sul (Rio Grande do Sul), resolveu realizar um curso sobre tal tema, que tem como objetivo ‘oferecer ferramentas capazes de potencializar as habilidades de comunicação pessoal, profissional e organizacional’.

O curso terá dinâmicas individuais e grupais e abordará os temas mais relevantes para uma comunicação que gere bons resultados. Entre eles, o feedback, os contatos pessoais e os cinco mandamentos da sintonia eficaz.
O especialista em planejamento, marketing e vendas, Márcio Nobre, ministrará exercícios de auto avaliação, aulas, debates e simulações com os participantes.

O evento será realizado no auditório da própria ACI de Santa Cruz do Sul, nos dias 24 e 25 de Novembro de 2009, das 18h30 às 22h30.
Para maiores informações e inscrição, ligue para o telefone (51) 3713 1400 (falar com Aline), ou pelo e-mail atendimento@aci-scs.org.br.
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Por Fernanda Testa

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A modernidade e as organizações


A modernidade é vista como ponto essencial nas organizações. Ela é cada vez mais composta pela velocidade da informação que segundo o livro Relações Públicas e Modernidade de KUNSCH M. (1997, p.136) “provoca mudanças no nível macro (sistema social global), no nível micro (organizações) e no homem individual.”

Devido a essas informações as organizações passam a se preocupar cada vez mais com os fatores sociais, políticos e econômicos do mundo moderno, mostrando a importância das relações interpessoais e da opinião pública.

Para a formação de uma boa imagem as empresas investem na responsabilidade pública, ou seja, na responsabilidade voltada para a comunicação com seu target. Outro ponto para está estruturação é a integridade e a ética, desenvolvidas pelas organizações que tem como intuito prezar pela moralidade da mesma.

A união de todos estes novos fatores sociais faz com que as organizações no Brasil tornem suas imagens melhores e conseqüentemente, criem uma ligação sólida com seus públicos-alvo.

Fonte: KUNSCH, M. M. K., Relações Públicas e a Modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. 5 ed. São Paulo: Sumus Editorial,1997

Por Aline Rodrigues

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Escola de Montreal



Baseado na aula de Comunicação Organizacional, o pensamento da Escola de Montreal tem como líder o Prof. Dr. James Renwick Taylor da Universidade de Montreal, no Canadá. A Escola de Montreal é uma abordagem interpretativa da comunicação organizacional e a comunicação não é só a transmissão de informação. Com isso, Taylor percebeu a importância da comunicação dentro da organização.

Um exemplo de proposição do pensamento é a Teoria da Co-Orientação, que diz que os atores sociais constituem um conhecimento através da interação. Em uma organização os fins de uns são os meios de outros, não podendo ser realizados sozinhos e os atores têm o mesmo objetivo, mas podem ter interesses diferentes.

A organização que se baseia nesse pensamento se preocupa em pesquisar as opiniões de seus públicos, melhorar a comunicação interna e a integração de seus funcionários, assim conseguem manter uma relação com todos os seus tipos de públicos.

Por: Vanessa Almeida